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Web Sites, Sites Promocionais, Hot Sites, Sites em Flash, Sistemas, Comércio Eletrônico, Loja Virtual, Marketing Digital, E-Commerce, Links Patrocinados, Estratégias Online.

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(c) 2005 - OcWeb - Sistemas e Websites

O site é um dos instrumentos de publicidade mais eficientes que existem. Servem de apoio a campanhas de publicidade de outros meios de comunicação como o rádio, televisão, jornal, placas, folhetos, etc., podem constituir um empreendimento completo ou parcial prestando serviços, vendendo produtos ou simplesmente informando com custos reduzidos em relação ao negócio "não virtual".

É importante observar que os sites precisam estar referenciados em buscadores globais ou guia de busca local para que obtenham os desejados acessos. Sem eles, dificilmente um site seria acessado por novos usuários ou clientes.

Para relacionar um site em um buscador, o site precisa ter vários outros sites apontando para ele, a quantidade de ligações (links) apontando para um site e a importância dos sites que apontam para ele definem em que posição ele ficará no buscador.

Para divulgar um site e ter links em vários outros sites é comum o uso de mecanismos de troca de links. A troca de banners não servem para efeito de buscadores.

[editar] Referências
1.↑ Pessoas envolvidas no desenvolvimento da WWW, entre elas Tim Berners-Lee
[editar] Ver também
Aplicação Web
Ciberespaço
Extranet
Hospedagem de Sites
Hospedagem Grátis
Hotsites
Internet
Intranet
Redirecionador
Serviços web
URL
Webdesign
Webmarketing
Webmaster
World Wide Web
World Wide Web Consortium (web standards)

Site, sítio, website, sítio eletrônico (português brasileiro) ou sítio eletrónico /da Internet (português europeu) é um conjunto de páginas web, isto é, de hipertextos acessíveis geralmente pelo protocolo HTTP na Internet. O conjunto de todos os sites públicos existentes compõe a World Wide Web. As páginas num site são organizadas a partir de um URL básico, ou sítio, onde fica a página principal, e geralmente residem no mesmo diretório de um servidor. As páginas são organizadas dentro do site numa hierarquia observável no URL, embora as hiperligações entre elas controlem o modo como o leitor se apercebe da estrutura global, modo esse que pode ter pouco a ver com a estrutura hierárquica dos arquivos do site.

Alguns sites, ou partes de sites, exigem uma subscrição, com o pagamento de uma taxa, por exemplo, mensal, ou então apenas um registo gratuito. Os exemplos incluem muitos sites pornográficos, partes dos sites de notícias, sites que fornecem dados do mercado financeiro em tempo real e a Enciclopédia Britânica.

Índice [esconder]
1 Origem do nome
1.1 Nome em português
2 Visão geral
3 Propósitos dos Sites
4 Instrumento de publicidade
5 Referências
6 Ver também

[editar] Origem do nome
Quando a World Wide Web foi criada, ela recebeu esse nome de seu criador Tim Berners-Lee.[1] Ele comparou a sua criação com uma teia, "web" em inglês. Cada nó dessa teia é um local (virtual) onde há hipertextos. Como a palavra inglesa para local é site (também derivada do latim situs: "lugar, local"), quando as pessoas queriam se referir a um local da teia, elas falavam, web site. Assim um novo nome surgiu para designar esse novo conceito de nó onde há um conjunto de hipertextos: Web site.

Batizada desta forma, a Web e seus Web sites tornaram-se mundialmente famosos e seus nomes empregados em diversas línguas. Em inglês foi necessário usar o qualificativo Web antes de site, para diferenciar de outros usos que a palavra site tem nesta língua, onde significa local. Mas quando o contexto deixava claro que se estava falando da Web, dizia-se apenas "site". Já na língua portuguesa, esse qualificativo não é necessário em momento algum, pois a palavra site é um anglicismo novo em nosso vocabulário e tem o único e mesmo significado de Web site, embora a grafia induza a erro, pois pronuncia-se saite.

[editar] Nome em português
A palavra site em inglês tem exatamente o mesmo significado de sítio em português, pois ambas derivam do latim situs ("lugar demarcado, local, posição") e, primariamente, designa qualquer lugar ou local delimitado (sítio arquitetônico, sítio paisagístico, sítio histórico, entre outros). No português do Brasil, a palavra sítio designa, com maior frequência, uma propriedade rural de área modesta, frequentemente usada para lazer ou lavoura.

Porém, em inglês, surgiu o termo website (às vezes web site) para designar um sítio virtual, um conjunto de páginas virtualmente localizado em algum ponto da Web. Acontece que, com poucos anos de uso, o termo website ganhou a forma abreviada site, que passou a ser uma segunda acepção do termo original. Site, portanto, em inglês, passou a designar alternativamente um lugar real (no campo) ou virtual (na Web).

Em português, surgiram três vertentes para a tradução do conceito. A mais difundida em Portugal respeita a dualidade do termo original, e traduz site por sítio - ou, se o contexto não for suficiente para o entendimento, por sítio na Internet, sítio eletrónico, sítio na Web, sítio Web ou, ainda, websítio (exatamente como no inglês). A segunda vertente, mais comum no Brasil, adotou simplesmente o estrangeirismo site, sem alterações, para se referir aos sítios virtuais, mantendo sítio para os reais. A terceira vertente, que tem entre seus adeptos o escritor brasileiro Millôr Fernandes, é saite, que tem como vantagens a identificação imediata com a palavra usada em inglês e a dispensa da grafia em itálico.

A pronúncia de site, tanto em inglês quanto em português, é /saIt/ pelo sistema SAMPA.

[editar] Visão geral
Um site normalmente é o trabalho de um único indivíduo, empresa ou organização, ou é dedicado a um tópico ou propósito em particular. É difícil dizer com clareza até onde vai um site dada a natureza de hipertexto da Web. Por exemplo, toda a Wikipédia forma um site, mas se as páginas Meta-Wikipédia são parte do mesmo site ou um site irmão, é uma questão aberta para debate.

Sites são escritos em, ou dinamicamente convertidos para HTML e acessados usando um software cliente chamado web browser ou navegador. Sites consistem de páginas HTML estáticas ou páginas criadas dinamicamente usando tecnologias como JSP, PHP ou ASP. Um site também requer um software conhecido como servidor web, como o Apache, o mais usado, ou o IIS. Frequentemente sites possuem também conteúdo armazenado em banco de dados (base de dados).

Plugins estão disponíveis para os browsers, o que os capacita a exibir objetos adicionais aos suportados nativamente. Exemplos incluem Flash, Shockwave, Silverlight e applets Java. O Dynamic HTML permite interatividade e modificação do conteúdo dentro da página sem precisar recarregar a página, usando principalmente o Document Object Model e JavaScript, suportado internamente pela maioria dos navegadores modernos.

Sites são restritos por limites de recursos (por exemplo, a largura de banda dedicada ao site). Sites muito grandes, como Yahoo!, Apple e Google, usam vários servidores e equipamentos de balanceamento de carga, como o Cisco Content Services Switch ou o F5 BigIP solutions.

[editar] Propósitos dos Sites
Os sites da Internet, em geral, podem ter os seguintes propósitos:

Institucional: muitas empresas usam seus sites como ponto de contato entre uma instituição e seus clientes, fornecedores, etc. No caso de instituições comerciais, usam-se sites também para comércio eletrônico, recrutamento de funcionários etc. Instituições sem fins lucrativos também usam seus sites para divulgarem seus trabalhos, informarem a respeito de eventos etc. Há também o caso dos sites mantidos por profissionais liberais, para publicarem seus trabalhos.
Informações: veículos de comunicação como jornais, revistas e agências de notícias utilizam a Internet para veicular notícias, por meio de seus sites. Jornalistas freelancer e indivíduos comuns também publicam informações na Internet, por meio de blogs e podcasts.
Aplicações: existem sites cujo conteúdo consiste de ferramentas de automatização, produtividade e compartilhamento, substituindo aplicações de desktop. Podem ser processadores de texto, planilhas eletrônicas, editores de imagem, softwares de correio eletrônico, agendas, etc.
Armazenagem de informações: alguns sites funcionam como bancos de dados, que catalogam registros e permitem efetuar buscas, podendo incluir áudio, vídeo, imagens, softwares, mercadorias, ou mesmo outros sites. Alguns exemplos são os sites de busca, os catálogos na Internet, e os Wikis, que aceitam tanto leitura quanto escrita.
Comunitário: são os sites que servem para a comunicação de usuários com outros usuários da rede. Nesta categoria se encontram os chats, fóruns e sites de relacionamento.
Portais: são chamados de "portais" os sites que congregam conteúdos de diversos tipos entre os demais tipos, geralmente fornecidos por uma mesma empresa. Recebem esse nome por congregarem a grande maioria dos serviços da Internet num mesmo local.
Uma página web, também conhecida pelo equivalente inglês webpage, é uma "página" na world wide web, geralmente em formato HTML e com ligações de hipertexto que permitem a navegação de uma página, ou secção, para outra. As páginas web usam com frequência ficheiros gráficos associados para fins de ilustração, e também estes ficheiros podem ser ligações clicáveis. Uma página web é apresentada com o recurso a um navegador, ou browser, e pode ser construída por forma a recorrer a applets (subprogramas que correm dentro da página), que muitas vezes fornecem gráficos em movimento, interacção com o utilizador e som.

As páginas web podem ser maiores do que aquilo que cabe no écran. Excepto em casos muito especiais, uma página mais larga do que o écran, requerendo deslocamento (scrolling) horizontal, é pouco prática e por isso evitada. Uma página que é mais alta do que o écran é mais comum e não levanta problemas; requer deslocamento (scrolling) vertical para ser toda vista.

Uma colecção de páginas web armazenadas numa única pasta ou em subpastas relacionadas de um servidor web é conhecida como sítio. Uma sítio web costuma incluir uma página principal chamada index.htm ou index.html.

Uma dificuldade no desenho e teste de páginas web é torná-las adequadas a muitos navegadores e definições, e a diferentes resoluções de écran.

Hot site, Micro-site ou Mini-site é um pequeno site planejado para apresentar e destacar uma ação de comunicação e marketing pontual.

Tecnicamente não há nenhuma diferença entre um "website" e um chamado "hotsite"; sua diferenciação está apenas na estratégia de comunicação utilizada para concebê-lo. Usualmente os hotsites possuem tempo de vida útil determinado e são ligados a uma ação de marketing ou comunicação específica, com duração ligada a esta ação mercadológica, como lançamento de produtos, eventos, novas edições de produtos ou serviços, ações de CRM (Customer Relationship Management), entre outras.

Geralmente os hotsites possuem um apelo visual maior e são mais focados em um público específico, traduzindo a expectativa deste alvo.

O processo para criação e produção de um hotsite segue exatamente os mesmos direcionais de um website corporativo ou portal, considerando um conceito-criativo, arquitetura de informação, layouts, redação e programação.

Web service
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.(Redirecionado de Serviços web)
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Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.

Web service é uma solução utilizada na integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes. Com esta tecnologia é possível que novas aplicações possam interagir com aquelas que já existem e que sistemas desenvolvidos em plataformas diferentes sejam compatíveis. Os Web services são componentes que permitem às aplicações enviar e receber dados em formato XML. Cada aplicação pode ter a sua própria "linguagem", que é traduzida para uma linguagem universal, o formato XML.

Para as empresas, os Web services podem trazer agilidade para os processos e eficiência na comunicação entre cadeias de produção ou de logística. Toda e qualquer comunicação entre sistemas passa a ser dinâmica e principalmente segura, pois não há intervenção humana.

Essencialmente, o Web Service faz com que os recursos da aplicação do software estejam disponíveis sobre a rede de uma forma normalizada. Outras tecnologias fazem a mesma coisa, como por exemplo, os browsers da Internet acedem às páginas Web disponíveis usando por norma as tecnologias da Internet, HTTP e HTML. No entanto, estas tecnologias não são bem sucedidas na comunicação e integração de aplicações. Existe uma grande motivação sobre a tecnologia Web Service pois possibilita que diferentes aplicações comuniquem entre si e utilizem recursos diferentes.

Utilizando a tecnologia Web Service, uma aplicação pode invocar outra para efectuar tarefas simples ou complexas mesmo que as duas aplicações estejam em diferentes sistemas e escritas em linguagens diferentes. Por outras palavras, os Web Services fazem com que os seus recursos estejam disponíveis para que qualquer aplicação cliente possa operar e extrair os recursos fornecidos pelo Web Service.

Os Web Services são identificados por um URI (Uniform Resource Identifier), descritos e definidos usando XML (Extensible Markup Language). Um dos motivos que tornam os Web Services atractivos é o facto deste modelo ser baseado em tecnologias standards, em particular XML e HTTP (Hypertext Transfer Protocol). Os Web Services são utilizados para disponibilizar serviços interactivos na Web, podendo ser acedidos por outras aplicações usando, por exemplo, o protocolo SOAP (Simple Object Access Protocol).

O objectivo dos Web Services é a comunicação aplicação para aplicação através da Internet. Esta comunicação é realizada com intuito de facilitar EAI (Enterprise Application Integration) que significa a integração das aplicações de uma empresa, ou seja, interoperabilidade entre a informação que circula numa organização nas diferentes aplicações como, por exemplo, o comércio electrónico com os seus clientes e seus fornecedores. Esta interação constitui o sistema de informação de uma empresa. E para além da interoperabilidade entre as aplicações, a EAI permite definir um workflow entre as aplicações e pode constituir uma alternativa aos ERP (Enterprise Resource Planning). Com um workflow é possível optimizar e controlar processos e tarefas de uma determinada organização.

Índice [esconder]
1 Padrão
2 Tecnologias
3 Segurança
3.1 SSL
3.2 Xml signature
3.3 Xml encryption
3.4 Ws-security
3.5 Saml
4 Limitações associados aos Web Services
5 Integração de sistemas
6 O futuro dos Web Services
7 Tecnologias Utilizadas
7.1 Xml
7.2 Soap
7.3 Wsdl
7.4 Uddi
7.5 Ws-i
8 Iniciativas em curso
8.1 Contribuição das empresas
9 Evolução dos Web Services
9.1 Novos Modelos de Negócio
9.2 Novos Requisitos Tecnológicos
10 Vantagens e Desvantagens
11 Ver também
12 Ligações externas

[editar] Padrão
O W3C, OASIS são as instituições responsáveis pela padronização dos Web Services. Empresas como IBM e Microsoft, duas das maiores do setor de tecnologia, apoiam o desenvolvimento deste padrão.

Segundo o W3C (World Wide Web Consortium) um Web Service define-se como: um sistema de software projectado para suportar a interoperabilidade entre máquinas sobre rede.

Tem uma relação descritiva num formato machine-processable, especificamente WSDL (Webservice Description Language).

Outros sistemas interagem com o Web Service usando as mensagens SOAP, tipicamente sobre HTTP com XML na junção com outros standards da Web.

[editar] Tecnologias
As bases para a construção de um Web service são os padrões XML e SOAP. O transporte dos dados é realizado normalmente via protocolo HTTP ou HTTPS para conexões seguras (o padrão não determina o protocolo de transporte). Os dados são transferidos no formato XML, encapsulados pelo protocolo SOAP.

[editar] Segurança
Muitas empresas temiam, no passado, prover funcionalidades na Internet devido ao medo de expor seus dados. Mas com advento dos Web Services elas podem publicar serviços de forma simples e que são totalmente isolados da base de dados.

A segurança dos Web Services é um dos pontos fracos desta tecnologia. O problema não é a falta de mecanismos de segurança mas sim a falta de consenso em qual deve ser o mecanismo a ser adaptado pela tecnologia Web Service, As questões mais relevantes na segurança são as seguintes: - Autenticidade (ter a certeza que uma transacção do Web Service ocorreu entre o servidor e seu cliente; - Privacidade (todas as mensagens trocadas entre o servidor e o cliente não são interceptadas por uma pessoa não autorizada); - Integridade (as mensagens enviadas tanto pelo servidor ao cliente, como o contrário, devem permanecer inalteradas).

De seguida descreve-se os principais mecanismos de segurança.

[editar] SSL
O SSL (Secure Socket Layer) [Netscape 1996] quando aplicado a pequenos dispositivos oferece autenticação, integridade de dados e privacidade de serviços. Actualmente, a solução para enviar informação confidencial para Web Services é utilizar um mecanismo de segurança SSL sobre HTTP também conhecido como HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure). Este mecanismo protege informações confidenciais e é fácil de ser configurado. Tem como desvantagem ser mais lento do que as transacções HTTP não cifradas pelo que não é adequado para taxas de transferências de dados elevadas.

[editar] Xml signature
A XML Signature [IETF e W3C 2000] é uma iniciativa conjunta da IETF (Internet Engineering Task Force) e do W3C para especificar uma sintaxe XML e regras de processamento para criação e representação digital de assinaturas. As vantagens na utilização da XML Signature, ao contrário de outras normas de assinaturas digitais, estão baseadas na independência da linguagem de programação, fácil interpretação humana e independência do fabricante. Esta tecnologia também permite assinar digitalmente subconjuntos de um documento XML.

[editar] Xml encryption
A XML Encryption [IETF e W3C 2002] especifica um processo para cifra de dados e sua representação em formato XML. Os dados podem ser dados arbitrários (incluindo um documento XML), elementos XML ou conteúdos de elementos XML. Um documento XML que utiliza a XML Encryption pode ser visto por qualquer utilizador, mas apenas o proprietário da chave de descodificação conseguirá compreender o conteúdo codificado.

[editar] Ws-security
O WS-Security (Web Services Security) é uma iniciativa conjunta de empresas como Microsoft, IBM e Verisign destinada ao uso da XML-Signature e da XML-Encryption para fornecer segurança às mensagens SOAP. O WS-Security é um esforço destinado a fazer com que os Web Services trabalhem melhor em um ambiente global. O WS-Security também inclui alguns importantes componentes como encaminhamento, confiança e tratamento de transações.

[editar] Saml
O SAML (Security Assertion Markup Language) [OASIS 2001] é uma norma emergente para a troca de informação sobre autenticação e autorização. O SAML soluciona um importante problema para as aplicações da próxima geração, que é a possibilidade de utilizadores transportarem seus direitos entre diferentes Web Services. Isto é importante para aplicações que tencionam integrar um número de Web Services para formar uma aplicação unificada.

[editar] Limitações associados aos Web Services
Apesar da sua grande popularidade [carece de fontes?] e relativa simplicidade [carece de fontes?], o SOAP tem várias limitações, que por sua vez afetam os Web Services diretamente, por dependerem de tais recursos.

As limitações são descritas em seguida:

Segurança e privacidade – nenhuma das versões do SOAP define qualquer tipo de segurança. Isto é devido ao SOAP utilizar HTTP, mas para implementar mecanismos de segurança ao nível da rede pode utilizar o protocolo SSL no HTTP (também conhecido como HTTPS) para garantir a confidencialidade, a integridade e a autenticação do cliente, do servidor e da comunicação cifrada.
Como não existe um suporte para segurança, que inclui a privacidade, nas normas que compõem os Web Services, tem levado cada projecto a procurar diferentes soluções para resolver o problema da segurança o que se torna incompatível com a promessa de implementar uma normalização a nível global.

Mensagens e encaminhamento – para suportar as funcionalidades das mensagens assíncronas tradicionais
Qualidade de serviço e confiabilidade – para garantir tempos de resposta e detectar excepções
Processamento transaccional – para suportar comunicação transaccional, para associar essa comunicação transaccional com as transacções locais e para participar em transacções distribuídas
Gestão – para controlar o estado e comportamento dos Web Services
Desempenho – para optimizar a execução dos Web Services que tem implicações ao nível do desenho das aplicações, chamadas remotas, características da rede e armazenamento/processamento dos documentos
Interoperabilidade – suportar a interoperação sem problemas é o grande objectivo dos Web Services e do SOAP, ou seja, fornecerem uma plataforma de integração entre aplicações e diferentes linguagens e implementados em qualquer sistema operativo.
Assim esta tecnologia seria uma tecnologia normalizada mas, no entanto, existem rivalidades entre fornecedores. Por exemplo, o AXIS (implementação SOAP do projecto Apache) não é compatível com.Net da Microsoft, por isso gera interfaces em dois formatos, uma para consumo próprio e outra diferente para o.Net ser compatível com o Axis.

Para resolver este problema existe várias abordagens como o SOAPBuilders Interoperability Lab que fornece uma plataforma para testar a interoperabilidade dos produtos.

[editar] Integração de sistemas
Muitas pessoas consideram que os Web services corrigem um grande problema da informática: a falta de integração de sistemas.

Os Web services permitem que a integração de sistemas seja realizada de maneira compreensível, reutilizável e padronizada.

É uma tentativa de organizar um cenário cercado por uma grande variedade de diferentes aplicativos, fornecedores e plataformas.

[editar] O futuro dos Web Services
Acredita-se [carece de fontes?]que no futuro as empresas irão listar seus Web services em diretórios públicos (UDDI), de onde poderão ser vendidos como serviços para outras empresas, instituições ou usuários comuns …

[editar] Tecnologias Utilizadas
Para a representação e estruturação dos dados nas mensagens recebidas/enviadas é utilizado o XML (eXtensible Markup Language). As chamadas às operações, incluindo os parâmetros de entrada/saída, são codificadas no protocolo SOAP (Simple Object Access Protocol, baseado em XML). Os serviços (operações, mensagens, parâmetros, etc.) são descritos usando a linguagem WSDL (Web Services Description Language). O processo de publicação/pesquisa/descoberta de Web Services utiliza o protocolo UDDI (Universal Description, Discovery and Integration).

[editar] Xml
Extensible Markup Language (XML) é a base em que os Web Services são construídos. O XML fornece a descrição, o armazenamento, o formato da transmissão para trocar os dados através dos Web Services e também para criar tecnologias Web Services para a troca dos dados.

A sintaxe de XML usada nas tecnologias dos Web Services especifica como os dados são representados genericamente, define como e com que qualidades de serviço os dados são transmitidos, pormenoriza como os serviços são publicados e descobertos. Os Web Services descodificam as várias partes de XML para interagir com as várias aplicações.

[editar] Soap
O SOAP (Simple Object Access Protocol) baseia-se numa invocação remota de um método e para tal necessita especificar o endereço do componente, o nome do método e os argumentos para esse método. Estes dados são formatados em XML com determinadas regras e enviados normalmente por HTTP para esse componente. Não define ou impõe qualquer semântica, quer seja o modelo de programação, quer seja a semântica específica da implementação. Este aspecto é extremamente importante, pois permite que quer o serviço, quer o cliente que invoca o serviço sejam aplicações desenvolvidas sobre diferentes linguagens de programação. Por esta razão, o SOAP tornou-se uma norma aceite para se utilizar com Web Services, uma tecnologia construída com base em XML e HTTP. Desta forma, pretende-se garantir a interoperabilidade e intercomunicação entre diferentes sistemas, através da utilização da linguagem XML e do mecanismo de transporte HTTP ou outro como, por exemplo, SMTP. O SOAP permite que os documentos XML de envio e de recepção sobre a Web suportem um protocolo comum de transferência de dados para uma comunicação de rede eficaz, ou seja, o SOAP providencia o transporte de dados para os Web Services.

Em relação a Web, o SOAP é um protocolo de RPC que funciona sobre HTTP (ou SMTP, ou outro) de forma a ultrapassar as restrições de segurança/firewalls normalmente impostas aos sistemas clássicos de RPC (RMI, DCOM, CORBA/IIOP) suportando mensagens XML. Em vez de usar HTTP para pedir uma página HTML para ser visualizada num browser, o SOAP envia uma mensagem de XML através do pedido HTTP e recebe uma resposta, se existir, através da resposta do HTTP. Para assegurar correctamente a transmissão da mensagem de XML, o servidor de HTTP, tais como Apache ou IIS (Microsoft Internet Information Server), recebe mensagens SOAP e deve validar e compreender o formato do documento XML definido na especificação SOAP v1.1.

[editar] Wsdl
É a sigla de Web Services Description Language, padrão baseado em XML para descrever o serviço como no COM, onde ele traz os métodos do Web Service. Funciona como uma espécie de "TypeLibrary" do Web Service, além de ser usado para a validação das chamadas dos métodos.

O WSDL (Web Services Description Language) é uma especificação desenvolvida pelo W3C que permite descrever os Web Services segundo um formato XML.

O WSDL é extensível para permitir a descrição dos serviços e suas mensagens, independentemente dos formatos de mensagem e dos protocolos de rede que sejam usados. No entanto, é comum usar-se o MIME (Multipurpose Internet Mail Extensions) e o HTtp://SOAP.

O WSDL descreve os serviços disponibilizados à rede através de uma semântica XML, este providencia a documentação necessária para se chamar um sistema distribuído e o procedimento necessário para que esta comunicação se estabeleça. Enquanto que o SOAP especifica a comunicação entre um cliente e um servidor, o WSDL descreve os serviços oferecidos.

[editar] Uddi
Protocolo desenvolvido para a organização e registro de Web Services.

O UDDI (Universal Description Discovery and Integration) é uma iniciativa em desenvolvimento no âmbito do consórcio industrial UDDI promovido originalmente pela IBM, Microsoft e Arriba, com objectivo de acelerar a interoperabilidade e utilização dos Web Services, pela proposta de um serviço de registo de nomes de organizações e de descrição do serviço.

Um registro UDDI contém três tipos de informação:

informações gerais de cada organização, tais como o nome, morada, telefone e contactos;
informações de organizações e serviços por categorias de negócios;
informações técnicas sobre os serviços providenciados pelas organizações.
O UDDI providencia três funções principais, conhecidas como publicação, descoberta e ligação:

1) publicação: permite que uma organização divulgue o(s) seu(s) serviço(s); 2) descoberta: permite que o cliente do serviço, procure e encontre um determinado serviço; 3) ligação (bind): permite que o cliente do serviço, possa estabelecer a ligação e interagir com o serviço.

[editar] Ws-i
É o consórcio que garante a integração entre os Web Services para garantir sempre que os Web Services possam "conversar entre-si".

[editar] Iniciativas em curso
O sucesso que os Web Services possam vir a apresentar passa necessariamente pela vontade da indústria, pela partilha e abertura dos processos de normalização e das próprias especificações daí resultantes. Parte significativa desse processo tem sido desenvolvida no âmbito do W3C. No entanto, dever-se-á também referir outros esforços e consórcios que têm vindo a ser desenvolvidos, designadamente o UDDI, o ebXML, ou o XML/EDI. Por exemplo, o ebXML é um esforço patrocinado pela UN/CEFACT e pela OASIS, cujo objectivo é a produção de um conjunto de especificações para permitir colaborações de negócio electrónico. O standard ebXML pode ser visto como uma extensão às funcionalidades de descrição, publicação e descoberta de serviços (definidas no âmbito do UDDI), ao tratar os seguintes aspectos: como especificar os processos de negócio; como identificar os Web Services participantes e respectivas colaborações; ou, que padrões de negociação existem na colaboração entre os participantes. Estes aspectos, são tratados nomeadamente nas seguintes especificações:

1) esquemas para especificação de processos de negócio, BPSS (business process specification schema); 2) acordos de protocolos de colaboração, CPA (collaboration protocol agreement); 3) ou perfis de protocolos de colaboração, CPP (collaboration protocol profile).

[editar] Contribuição das empresas
As principais empresas, para além de promoverem e participarem activamente nos vários consórcios de normalização, têm vindo a incorporar nas suas próprias infra-estruturas de desenvolvimento e suporte de aplicações implementações das normas ligadas aos Web Services. Entre outras, merece referência a plataforma da Microsoft, ".Net", da Sun, "Java ONE (Open Net Environment)", da Hewlett-Packard, "e-speak" e da IBM, "IBM Web Services".

[editar] Evolução dos Web Services
[editar] Novos Modelos de Negócio
Só o futuro dirá quem tem razão: se os cépticos ou conservadores, se os que arriscam e concretizam a sua visão. Com o conceito dos Web Services talvez o mais importante nem seja a tecnologia em si, mas toda uma discussão à volta dos factores económico-políticos que este paradigma poderá suscitar, bem como os modelos de negócio que poderão emergir.

Parece natural a emersão de novos portais, não para as pessoas consultarem e usarem, mas para as aplicações, i.e., para os serviços se registarem/publicarem de modo a tornarem-se conhecidos, descobertos e usados. Esses portais de serviços (tecnicamente consiste em serviços de registos UDDI e/ou ebXML) poderão ser definidos a nível global, regional, para domínios de negócio horizontais ou verticais.

[editar] Novos Requisitos Tecnológicos
No entanto e naturalmente, novos problemas e requisitos tecnológicos são colocados com o conceito dos Web Services. Desde logo, ao nível da modelação destes serviços e dos processos de negócio em que aqueles participam. Aspectos como a composição de serviços, coordenação de fluxos de trabalho, identificação e privacidade, segurança, negociação, contratos e pagamentos, tratamento de excepções, categorização e taxonomias de serviços, etc., deverão ser adequadamente investigados e tratados de forma que este paradigma possa vir a apresentar um largo consenso e sucesso.

[editar] Vantagens e Desvantagens
Os Web Services são modelos que surgiram para o desenvolvimento de aplicações típicas de negócio electrónico, envolvendo e suportando o estabelecimento da colaboração e negociação de forma aberta, distribuída e dinâmica entre distintos parceiros.

Os Web Services podem no futuro representar um sucesso significativo por causa de existir um esforço significativo, por parte da maioria dos parceiros industriais, na normalização das tecnologias envolvidas.

As tecnologias subjacentes aos Web Services (tais como HTTP, SOAP, WSDL, UDDI, XML) são abertas, amplamente divulgadas e consensuais. Por outro lado, existe potencial para haver uma real independência das linguagens de programação (Java, C++, VB, Delphi, C#), das arquitecturas de computadores e sistemas operativos, o que permite uma evolução mais suave e económica para este modelo computacional.

No entanto, existe críticas que demonstram medos ou falsas expectativas que os investimentos em Web Services podem suscitar. Uma dessas críticas diz respeito ao facto do SOAP é menos eficiente do que os sistemas de RPC existentes. Por exemplo, as mensagens (com os respectivos envelopes e descrição de tipos) trocadas entre as partes são descritas em formato de texto/XML enquanto que nos sistemas clássicos de RPC são trocadas em formato binário.

No entanto, esta desvantagem é compensada significativamente pela facilidade de interoperação entre os serviços, sem os problemas conhecidos de segurança/firewalls, e pela facilidade de se esconder os detalhes proprietários das infra-estruturas de suporte..